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Escrito por COOPAPI às 17h01
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MDA, MAPA e MMA retomam discussões sobre legislação ambiental

MDA, MAPA e MMA retomam discussões sobre legislação ambiental 

Os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Meio Ambiente (MMA) vão reativar o grupo de trabalho sobre revisão e atualização da legislação ambiental brasileira. A decisão veio do encontro desta terça-feira (11), em Brasília, com parlamentares, representantes de setores agropecuários e ambientalistas. A expectativa é retomar o diálogo entre produtores do campo, defensores do meio ambiente e o governo para aprimorar a legislação em consonância às atividades econômicas do meio rural.

 

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, reforçou que a legislação ambiental é um patrimônio do povo brasileiro. “Ela é avançada e não podemos mexer para rebaixá-la. Temos que levar isso em conta nas nossas discussões”, salientou. Na avaliação do ministro, essa reunião pode ser considerada como uma primeira conquista dentro do princípio do Governo Federal de mais produção e mais preservação. “O encontro mostrou a todos que um tema complexo como a questão ambiental pode ser discutido de forma coletiva. Temos muitos acordos que vão, certamente, facilitar o trabalho deste grupo no avanço de propostas concretas para serem apresentadas ao legisladores e ao executivo”, afirmou.

 

Cassel lembrou ainda o papel da regularização fundiária, sobretudo na Amazônia Legal, para garantir a efetividade das políticas agrárias e ambientais na região. O ministro enfatizou que não é adequado opor produção e preservação. “Temos que preservar e produzir, além de garantir os direitos das populações tradicionais, dos ribeirinhos, dos indígenas e dos pescadores”, defendeu. Ele destacou, ainda, a necessidade de assegurar direitos e deveres entre os diferentes produtores rurais. “Em dois anos, pretendemos regularizar todos os produtores que estão em até dois módulos rurais na Amazônia Legal e, em 5 anos, cadastrar as propriedades com até cinco módulos. Desta forma, poderemos também enfrentar a grilagem”, afirmou.

 

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ressaltou a importância de reunir os diferentes setores para trabalhar em conjunto problemas de curto, médio e longo prazo. “Este encontro mostra a maturidade do setor ambientalista e a capacidade de diálogo com produtores rurais para buscar uma solução conjunta, estimulando o entendimento por meio de propostas que ainda serão debatidas e aperfeiçoadas”, disse.

 

Já o ministro da Agricultura, Reinold Stephanes, explicou que, embora de forma preliminar, o grupo pode se debruçar sobre pontos de consenso entre os diferentes setores. “Percebemos, com esta reunião, que, apesar das diferenças, há consenso sobre pontos a serem resolvidos a curto prazo e, por meio do grupo, será mais fácil pensar em propostas que não prejudiquem os produtores”, contou.

 

A reunião também teve a presença de parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, de representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), de parlamentares da Frente Parlamentar Ambiental, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

 

 



Escrito por COOPAPI às 17h05
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Escrito por COOPAPI às 11h38
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Fundação BB inaugura fábricas de caju no Rio Grande do Norte

Brasília, 16 - Agricultores familiares do Rio Grande do Norte que investem na cajucultura terão mais oportunidades de agregar valor à castanha, aumentando a geração de trabalho e renda na região. A Fundação Banco do Brasil e parceiros inauguram, no dia 20 de outubro, duas unidades de beneficiamento de castanha, uma em Macaíba, região metropolitana de Natal, e a outra em Touros, no litoral norte do estado. Participam das solenidades, o presidente da Fundação Banco do Brasil, Jacques Pena, e o diretor executivo da instituição, Jorge Streit.

 

A instalação das unidades visa transferir tecnologia para o beneficiamento da castanha do caju e inserir agricultores familiares em todas as etapas da cadeia produtiva da fruta, do plantio à comercialização.

 

Em Macaíba, o evento começa às 9h, no assentamento José Coelho, no qual 70 famílias estão envolvidas de forma direta e outras 20, indiretamente. Com investimentos sociais de R$ 241 mil, a unidade ocupa 305m2.

 

Em Touros, a inaguração está prevista para 15h. No assentamento Assis Chateubriand, os valores investidos atingiram R$ 248 mil.

 

Em ambos os assentamentos, a fábrica é composta por armazém, setor de processamento, quadro de secagem, quadra de ar e caldeira.

 

Agregação de valor - Segundo o consultor da Fundação Banco do Brasil no Rio Grande do Norte, Paulo de Tarso Chacon, os eventos são um salto em direção à melhoria da qualidade de vida das pessoas que sobrevivem da agricultura familiar no estado. "Com as fábricas, os pequenos agricultores poderão sair de uma situação de meros apanhadores de castanha para a de produtores. Com isso, poderão vendê-las por valores que oscilam entre R$ 8 a R$ 18", o quilo, explica. Antes, os agricultores tinham que vender as amêndoas a atravessores por preços muito inferiores (entre R$ 0,70 a R$ 1,20). "O ganho agregado é muito grande e será revertido em qualidade de vida, de saúde, educação e lazer para as famílias de assentados", conclui Chacon, ao lembrar que em ambos os assentamentos foram inauguradas, no primeiro semestre de 2008, estações digitais.

 

Estações digitais são espaços equipados com computadores interlidagos à internet que permitem ampliar as redes de contato e parcerias para colaborar nas atividades de fortalecimento da agricultura familiar, de apoio técnico e de extensão rural. Os objetivos são reduzir o índice de exclusão digital nos municípios envolvidos, promover a iniciação à informática, propiciar qualificação para o trabalho, além de fortalecer as ações das organizações da sociedade civil a partir de uma ótica participativa e comunitária.

 

Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil realiza, em conjunto com o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a organização Unitrabalho, o Projeto de Minifábricas de Castanha de Caju nos estados da Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. O projeto consiste na recuperação e implantação de minifábricas de castanha de caju e na montagem de módulos agroindustriais para seleção, classificação e exportação da amêndoa.

 

O investimento social da Fundação Banco do Brasil no projeto supera R$ 9 milhões, de 2004 a 2007.

 



Escrito por COOPAPI às 09h42
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COMPORTAMENTO DE ABELHAS TRANSFORMA COLMÉIA EM SUPERORGANISMO, DIZ CIENTISTA

Foto: H.R. Heilmann/Divulgando

Em livro, biólogo investiga insetos que são 'mamífero em muitos corpos'.

Sem comando formal, insetos conseguem prodígios de organização.

 

As abelhas sempre estiveram entre os insetos preferidos de quem é chegado numa utopia, independente da orientação política. Ideólogos de esquerda e de direita costumavam louvar com o mesmo entusiasmo a sociedade “perfeita” dos bichinhos: por que nós, humanos briguentos e individualistas, não conseguimos seguir o exemplo delas? A razão é muito simples, argumenta um biólogo alemão num novo e fascinante livro: uma colméia é muito mais que uma sociedade perfeita. Na verdade, é um superorganismo, como se as abelhas fossem um mamífero “distribuído” em muitos corpos diferentes trabalhando juntos. Sem que haja um centro de comando claro, elas conseguem um grau de organização e complexidade que, em certos aspectos, rivaliza ou até ultrapassa o da nossa espécie.

 

 Quer exemplos? Pois esses insetos sociais parecem ter “inventado” o saneamento básico, as creches, o aquecimento central e o ar-condicionado, só para dar alguns exemplos, dezenas de milhões de anos antes que o primeiro macaco se dignasse a andar com duas pernas. As descobertas mais recentes sobre essas e outras façanhas dos bichinhos estão em “The Buzz about Bees – Biology of a Superorganism” (algo como “O quente sobre as abelhas – A biologia de um superorganismo”), de Jürgen Tautz, pesquisador da Universidade de Würzburg.

 

Com a ajuda de fotos espetaculares de abelhas domésticas (ou Apis mellifera, como se diz em latim científico) em ação, o texto de Tautz explica que comparar as colméias a cidades, apesar de tentador, não é lá muito correto.

 

As colméias, diz ele, estão mais para um único grande organismo, cujos “braços”, “pernas” e “estômago” são as abelhas operárias e cujos órgãos sexuais são as rainhas e os zangões – únicos indivíduos que chegam a se reproduzir em toda aquela massa de dezenas de milhares de zumbidoras. Na verdade, o superorganismo chamado colméia se comporta como uma bactéria, já que se reproduz por divisão simples: quando chega ao limite de sua capacidade de crescimento, milhares de operárias, lideradas pela rainha, simplesmente migram para outro local, recriando uma cópia da antiga colônia. Desse ponto de vista, pode-se dizer que as colméias são imortais.

 

Por outro lado, as rainhas continuam a produzir mais filhas “à moda antiga”, por meio do sexo com zangões, o que garante a mistura de genes que é uma das grandes vantagens da reprodução sexuada. “As abelhas conseguiram uma vantagem [a ‘imortalidade’ das colméias] sem abrir mão da outra, reproduzindo a colônia inteira por divisão simples, por meio dos enxames, e simultaneamente criando indivíduos reprodutivos cujo tempo de geração é sincronizado com o ciclo dessa divisão”, resume Tautz.

 

Pergunta que não quer calar 

 

Um mistério que nem cientistas nem criadores de abelhas ainda conseguiram responder é por que diabos a segunda metade desse ciclo de vida maluco surgiu. É meio estranho a multidão de operárias abrir mão de ter seus próprios bebês e passar seus genes adiante, deixando a rainha com esse privilégio. A explicação que normalmente é proposta tem a ver com a chamada seleção de parentesco – ou seja, com o fato de que os parentes de um indivíduo sempre carregam uma fração significativa dos seus próprios genes, e favorecê-los equivale a favorecer a si mesmo.

 

 

Ora, a vida sexual bizarra das abelhas parece ser um caso muito especial de seleção de parentesco. Para começar, os zangões são verdadeiros filhos da mãe: eles surgem de ovos não-fertilizados da rainha. Por isso, ao contrário de nós, que recebemos dois conjuntos de genes, um do pai e o outro da mãe, os machos da espécie possuem um só conjunto de genes. E ele é passado integralmente para as operárias, de forma que as filhas do mesmo zangão herdam exatamente os mesmos 100% dos genes dele.

 

 

Já as irmãs por parte de mãe só compartilham, em média, 50% dos genes maternos. Fazendo as contas, descobrimos que as operárias deveriam ter em comum 75% dos genes com suas irmãs. E qual seria o parentesco delas com suas filhas, supondo que elas as tivessem? “Apenas” 50%. Ou seja, a operária interessada em propagar ao máximo seu próprio DNA deveria fazer de tudo para que a rainha produzisse multidões de irmãs trabalhadoras e desencanaria de botar seus próprios ovos.

 

 

A idéia faz sentido que é uma beleza, mas tem um detalhe: só funciona se todas as abelhas forem filhas do mesmo pai e da mesma mãe, coisa que não acontece no mundo real. Na época do acasalamento, a jovem rainha é fecundada por uns dez zangões diferentes, os quais deixam seu membro cheio de esperma grudado no traseiro da amada e caem mortos, com as vísceras arrancadas. (Pois é, os zangões não passam de espermatozóides voadores. Fora da época de acasalamento, são expulsos da colméia para morrer de fome.) Desse jeito, o parentesco real entre a maioria das operárias é de apenas 25%.

 

após acasalmento, são expulsos da colméia “Acho que esse é um daqueles casos citados por T.H. Huxley [paleontólogo do século 19 que foi um dos grandes defensores de Darwin]. Ele costumava dizer que a maior tragédia da ciência é o assassinato de uma bonita hipótese por um fato feio”, brinca Tautz. O biólogo alemão especula que as outras vantagens da vida na colméia acabam compensando o parentesco relativamente baixo entre as operárias.

 

Tecnologia avançada

 

 Sexo maluco à parte, a organização da colméia tem outras vantagens. A começar pelo ar-condicionado: uma das principais funções das operárias é manter estável a temperatura das larvas, suas irmãzinhas em desenvolvimento, por volta dos 36 graus Celsius. Para aquecer o ninho, as abelhas se deitam em cima dos favos em forma de héxagono, ou então entram num deles, e vibram rapidamente os músculos das asas, até esquentar os “bebês”; o corpo de outras abelhas, que esperam sua vez de atuar como condicionador de ar vivo, ajuda no isolamento térmico. Se a coisa esquenta demais, outras abelhas espalham gotículas de água pelo recinto e espalham o vapor resultante batendo as asas.

 

Para manter o lar sempre habitável, elas também removem abelhas mortas e intrusos e usam o própolis, obtido de vegetais, como antibiótico. E, por meio de uma linguagem rudimentar, a famosa dança das abelhas, comunicam com relativa precisão onde estão boas fontes de néctar e pólen. Ao vibrar o corpo, os bichinhos informam a distância (pela quantidade de vibrações) e a direção (pela orientação do corpo) das flores mais carregadas.

 

O mais surpreendente é que tudo isso ocorre sem uma “autoridade” central: é o comportamento individual de cada abelha, comunicando-se com os demais, que leva a colméia a atingir objetivos sofisticados sem ter consciência direta disso. Para Tautz, entender detalhadamente como isso acontece pode inspirar novas tecnologias, e até formas mais avançadas de inteligência artificial.

 

 

 

 



Escrito por COOPAPI às 08h58
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Abelhas são daltônicas, mas enxergam no escuro

 

Pesquisa para averiguar se as abelhas enxergam as cores como os seres humanos mostram resultados curiosos: são absolutamente incapazes de distinguir o vermelho do cinza escuro ou do preto. Em compensação identificam o azul com grande facilidade e também à radiação ultravioleta, para a qual o olho humano é cego.

 



Escrito por COOPAPI às 15h47
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A BSC/Coopapi está com um técnico em marketing para trabalhar com os grupos produtivos e associações rótulos e catálogo dos produtos.

Ontem à tarde visitamos o grupo de mulheres de Baixa Fechada e a amanhã sexta iremos para a região de areia visitar a AMPC, Grupo de mulheres e a fabrica de castanha.

À tarde visitaremos Stª Augustinha e Mirandas Caraúbas.

 

 



Escrito por COOPAPI às 14h18
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 Sai de Apodi hoje mais 60 mil kg de Mel de abelha da Coopapi e Cooafap.

De Apodi para o Mundo.

 



Escrito por COOPAPI às 14h09
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Agricultores familiares se qualificam para o

mercado sustentável

A Coopapi está participando deste evento através do

jovem Ismael de Souza.

A inserção de produtos da agricultura familiar no mercado nacional e internacional de produtos da sociobiodiversidade será o tema de um encontro de capacitação que acontecerá em Goiás, de 07 a 10 de outubro. Só dos biomas Caatinga e Cerrado, estarão participando representantes de 28 empreendimentos de dez estados brasileiros, que representam cerca de sete mil famílias produtoras.

 

O evento, promovido pela articulação Caatinga Cerrado - Comunidades Eco-produtivas, em parceria com a Sala Andes Amazônia (que também contará com a participação de produtores dessas regiões na capacitação), visa fornecer informações que possam subsidiar esses empreendedores na construção de parcerias e na identificação de novas oportunidades de negócios, a partir de uma atuação mais qualificada em espaços de comercialização como, por exemplo, as feiras nacionais e internacionais. Isso porque, são nessas ocasiões que eles têm que estabelecer uma comunicação mais estratégica com diferentes públicos: fornecedores de produtos, serviços e tecnologia, compradores, especialistas do setor e profissionais da mídia; além de participarem de rodadas de negócios, onde precisam apresentar ao comprador o diferencial de seus produtos, o que vem agregado a eles e mostrar que os critérios estabelecidos para que eles chegassem até ali foram respeitados.

Na pauta da capacitação estão, ainda, debates sobre a Política Nacional de Produtos da Sociobiodiversidade e sobre as linhas de apoio à exportação de produtos do Brasil. Em alguns momentos da atividade serão trabalhadas questões especificas sobre a preparação desses empreendimentos para a participação na Sala Caatinga Cerrado, que será montada pelo terceiro ano consecutivo (antes recebia o nome de Sala Nordeste e Cerrado) na ExpoSustentat - feira internacional de bens e serviços voltados para o mercado sustentável - em outubro, em São Paulo. Só ano passado, cerca de 15 mil famílias, organizadas em 130 empreendimentos, de 14 estados brasileiros, apresentaram seus produtos (alimentos, artesanatos e cosméticos) nesse evento.



Escrito por COOPAPI às 09h10
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Prazo para renegociação de dívidas é prorrogado até 14 de novembro

O prazo para aderir à renegociação das dívidas de operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Crédito Fundiário e do Programa Especial de Crédito para Reforma Agrária (Procera) foi prorrogado até o dia 14 de novembro. A medida foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião nesta terça-feira (30), por solicitação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA),  já que muitos potenciais beneficiários da renegociação ainda não haviam feito seu pedido junto aos bancos.

Cerca de 536 mil agricultores familiares e assentados da reforma agrária serão beneficiados com mais essa oportunidade de comparecer aos agentes financeiros e assinar o termo de adesão. O diretor de Financiamento e Proteção da Produção da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), João Luiz Guadagnin, explica que é muito simples para o agricultor aderir, basta fazer uma solicitação simples, com nome completo, número do Cadastro de Pessoa Fisica (CPF) e no termo dizer que está aderindo à renegociação de dívidas rurais da Lei 11.775/08 (antiga Medida Provisória 432).

"Com essa adesão, o agricultor poderá ter novas oportunidades de financiamentos rurais como o do Pronaf, ou seja, vai estar apto a tomar novos créditos para dar continuidade ao seu trabalho na propriedade. Além disso, poderá obter novos crédito no comércio em geral", afirma Guadagnin.

"Aqueles que não aderirem perderão essa oportunidade. Além disso, caso o agricultor familiar beneficiário dessa medida de renegociação não se manifeste até 14 de novembro, poderá ficar impedido de efetuar transações financeiras, como manter conta em banco e tomar empréstimos. Em alguns casos, o nome desse agricultor poderá ser inscrito na Dívida Ativa da União", avisa o diretor.

Mais informações sobre a adesão podem ser obtidas nos bancos ou no site da Secretaria de Agricultura Familiar (
www.mda.gov.br/saf).

 



Escrito por COOPAPI às 08h51
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Coopapi recebe visita de técnicos do Programa de Combate a Pobreza Rural- PCPR do Maranhão.



Escrito por COOPAPI às 18h12
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Como processar a castanha do caju?

 

 

PROCEDIMENTOS TÉCNICOS PARA O BENEFICIAMENTO ARTESANAL DA CASTANHA DE CAJU

O procedimento para o beneficiamento artesanal da castanha do caju tem grande semelhança com o sistema industrial, havendo variações no cozimento, estufagem e despeliculagem.

Mostraremos a seguir as atividades desenvolvidas em uma unidade familiar e/ou coletiva de beneficiamento de castanha.

3.1 Colheita do fruto

É realizada no campo onde se faz o descastanhamento, que é o ato de separar a castanha do pseudo-fruto e sua classificação por tamanho (pequena, média e grande).

3.2 Secagem

Logo após a colheita, a castanha (fruto) deve permanecer três dias ao sol, para que sua umidade venha cair até 14% aproximadamente.

3.3 Cozimento

O cozimento em água fervente durante 15 a 20 minutos. O método prático de saber se a castanha está pronta, é verificar se a mesma está amolecida. Para fazer esta operação coloca-se no cozinhador 5 litros de água para cada 10 kg de castanha.

3.4 Resfriamento

Após o cozimento, a castanha passará no mínimo 48 horas secando à sombra e ao ar livre, dependendo da umidade do ar.

3.5 Corte ou decortização

Um operador utilizando máquina, secciona ao meio a casca da castanha, tomando cuidado para não atingir a amêndoa, fato que pode ocorrer no máximo 10% para não comprometer a rentabilidade da produção, sendo em seguida retirada a amêndoa da casca com uma pinça por outra pessoa (tiragem) e separada em: amêndoa inteira, quebrada e casca.

3.6 Estufagem

As amêndoas inteiras e quebradas são levadas separadamente para a estufa, onde permanecem por 6 a 8 horas, sendo desidratada, sofrendo em seguida, um resfriamento de 30 minutos a 1 hora para facilitar a retirada da película (membrana que envolve a amêndoa).

3.7 Despeliculagem

Ato de retirar a película manualmente ou com a ajuda de um pequeno estilete, tendo o cuidado de não atingir a amêndoa, o que baixará sua qualidade.

3.8 Seleção

A amêndoa é selecionada por tipo: inteira, banda, pedaço, batoque, inteira, etc...

3.9 Embalagem

a. A nível de produtor - O produto é embalado em recipientes de plástico rígido e levado à Unidade Central de embalagem, onde será selecionado de acordo com os tipos exigidos pelo mercado nacional e internacional.

b. A nível de central - O produto é embalado em latas de flande zincadas de 18 litros, com capacidade para 11,34 kg, onde se extrai através de um compressor o oxigênio e injetando-se CO2 para preservação do produto, seguindo-se a recravagem que é o fechamento da lata para o mandrilhamento da tampa.

3.10 Armazenagem

A latas devem ser acondicionadas de duas a duas em caixa de papelão, com empilhamento máximo de 5 caixas, em estrado de madeira.

3.11 Torragem ou fritagem

Havendo exigência do cliente, em adquirir amêndoa torrada, logo após a seleção, frita-se o produto em óleo fervendo pelo período de 5 minutos, logo depois resfria-se por uma hora, efetuando-se a salga e acondicionamento em sacos plásticos, de acordo com o peso solicitado pelo comprador. É bom lembrar que o óleo deve ser de boa qualidade para não comprometer o produto, os melhores são de milhos ou arroz.

4. ÍNDICES TÉCNICOS DA ATIVIDADE

Passaremos a descrever alguns índices técnicos para facilitar os cálculos para quem deseja entrar nessa atividade bastante lucrativa.

a. Para cada 5,4 kg de castanha "in natura" se produz 1 kg de amêndoa, sendo que 65% de primeira, 20% de Segunda e 15% de bandas e pedaços; esses dados podem variar, com a qualidade da matéria prima.

b. Um bom cortador consegue cortar 35 kg de castanha por um dia de oito horas;

c. Usando um cozinhador de 30 kg, uma pessoa cozinha no dia o equivalente ao que uma família beneficiará no trabalho de uma semana;

d. Para torrar e embalar 20 kg de amêndoa, leva-se em torno de uma hora de trabalho.

e. Em uma semana de trabalho, uma família consome dois litros de óleo de mamona (protetor contra o óleo da castanha - LCC), quatro litros de álcool (solvente para óleo de mamona) e dois kg de estopa.

5. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA A HIGIENE

Apresenta-se a seguir algumas recomendações básicas de higiene pessoal e das instalações onde se processa o beneficiamento da castanha de caju.

a. Manter as instalações sempre limpas e exclusivas para o beneficiamento;

b. Evitar a entrada de animais domésticos no interior das instalações;

c. Evitar pessoas estranhas ao serviço;

d. Lavar as mãos antes de manusear o produto e após cada necessidade fisiológica;

e. Manter as unhas aparadas e limpas;

f. Usar durante o trabalho toucas, lenços e batas, no corte da castanha, na despeliculagem, classificação e torragem;

g. Usar vasilhas e embalagens limpas na despeliculagem e classificação da amêndoa;

h. Fazer limpezas nas instalações e equipamentos logo após o expediente.

 

Tomando estas medidas básicas, produto terá melhor qualidade e maior confiabilidade do consumidor que a cada dia torna-se mais exigente em consumir produto de boa qualidade.

6. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO

Como toda a atividade agro-industrial, o beneficiamento artesanal de castanha de caju tem os seus problemas de segurança de trabalho, que devem ser observados. Algumas recomendações básicas para evitar acidentes são:

6.1 No cozimento

a. O produtor deve usar luvas de couro, avental de napa e botas de borracha para evitar queimaduras durante este procedimento.

b. Se o fogo for alimentado por casca de castanha, o produtor não deve ficar exposto à fumaça, evitando intoxicação e danos nos olhos e na mucosa nasal.

6.2 No corte

a. O produtor deve Ter muita atenção, pois, no corte, as navalhas da máquina de corte podem causar danos nos dedos polegar e indicador;

b. É muito importante o uso de avental e se possível, óculos na ocasião do corte, pois protege do respingo do LCC, que é um líquido bastante corrosivo;

c. Não deve ser dispensado o uso do óleo de mamona, pois é isolante, protege as mãos do LCC.

 

** As atividades acima específicas não devem, em qualquer hipótese, ser executadas por crianças.

 

Um abraço

1 ano atrás

Fonte(s):

www.aaccrn.org.br/docs/artesanal.doc -

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Escrito por COOPAPI às 08h25
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CHAMADA DE PROJETOS APÓIA CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS ORGÂNICOS

 

 

 

Cerca de 5 mil agricultores familiares terão a oportunidade de se adequar às exigências das legislações que definem a produção orgânica do Brasil. Isso será possível com a abertura das inscrições para a primeira Chamada de Projetos para o apoio a certificação de grupos de agricultores familiares para mercados de produtos e serviços orgânicos da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA).

 

As propostas devem ser encaminhadas até o dia 10 de outubro, e a contratação será iniciada a partir de dezembro. O edital com as informações está disponível no endereço www.mda.gov.br/saf. O objetivo da Chamada é selecionar propostas que apóiem a adequação de grupos e empreendimentos de agricultores familiares às exigências das legislações que definem a produção orgânica do Brasil. Cerca de 300 grupos devem ser atendidos, representando a capacitação de aproximadamente 2.500 agricultores até dezembro de 2009 e a outra metade, até final de 2010. Serão disponibilizados R$ 2 milhões para investimento total nos projetos.

 

O diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor da SAF/MDA, Arnoldo de Campos, afirma que a preparação dos grupos para a certificação é importante, pois, a partir de dezembro de 2009, os agricultores familiares terão que se adequar ao Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica, instituído pelo Decreto nº 6.323/2007. Além disso, é uma oportunidade para aumentar a renda desses agricultores, agregando valor aos produtos. “A produção orgânica valoriza ainda mais a produção da agricultura familiar”, diz Campos.

 

O diretor reforça que estar certificado significa o reconhecimento do produto no mercado nacional e internacional e do valor que este alimento tem por ser limpo, de qualidade, sem agrotóxicos. Campos explica que a preparação para a certificação disposta na Chamada trata de procedimentos desde a  forma de plantio, a convivência com o meio ambiente, o bom uso da água, a conservação do solo, a higiene e manipulação dos produtos, entre outros.

 

Desde 2003, o MDA  já apoiou, por meio de convênios, cerca de 60 grupos, o que corresponde a aproximadamente 1.200 agricultores familiares. Além disso, o Ministério apóia a participação de agricultores em feiras e eventos, que já resultou em negociações futuras no valor de R$ 16 milhões.

 

 

 



Escrito por COOPAPI às 08h33
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Programa investirá em três regiões do RN

 

Os Territórios da Cidadania é um programa de desenvolvimento regional e garantia de direitos sociais voltado às regiões mais carentes do Brasil. São 133 ações nas áreas de apoio às atividades produtivas, acesso a direitos e ações de infra-estrutura, totalizando R$ 11,3 bilhões no ano de 2008. O programa trabalha com base na integração das ações do Governo Federal e dos governos estaduais e municipais, em um plano desenvolvido em cada território com a participação da sociedade. Em cada território um Conselho Territorial composto pelas três esferas governamentais e pela sociedade determinará o plano de desenvolvimento territorial e uma agenda pactuada de ações – estimadas em mais de 6 mil obras e serviços em todo o território nacional.

 

Onde atua?

Juntos, os três territórios abrangem 46 municípios potiguares e 194 assentamentos, beneficiando cerca de 13.718 famílias, mais de 68 mil pessoas. O articulador regional dos territórios no Rio Grande do Norte, Auricélio Costa, diz que as políticas públicas que serão desenvolvidas estão relacionadas às demandas levantadas pelos moradores da região. Ele explica que as prioridades de investimento têm foco no fortalecimento da agricultura familiar, levando em consideração a vocação de cada território.

 

“No Mato Grande, por exemplo, os trabalhadores rurais decidiram fortalecer a cadeia produtiva de mel e o cultivo do caju”, relata Costa. O articulador afirma que os agricultores do Sertão do Apodi, além da apicultura, decidiram investir em infra-estrutura para garantir a segurança hídrica. Já no território de Açu/Mossoró, informa, as prioridades serão o apoio à produção de leite em assentamentos rurais e a comercialização de produtos da agricultura familiar.

 

Já no assentamento Remédio, Território do Sertão do Apodi, onde a segurança hídrica é o foco principal do programa, a trabalhadora rural Dorimar Soares Ferreira, 54 anos, acha a iniciativa do Governo importante. “A água aqui é insuficiente para a gente trabalhar”, relata. Ele acredita que com o aumento da irrigação os agricultores terão mais alimentos para o consumo e comércio.

 

Território Mato Grande:

http://www.agenciaradioweb.com.br/conteudo/materias/080217174954Bol_Mato_Grande_RN.mp3

 

Território Açu-Mossoró:

http://www.agenciaradioweb.com.br/conteudo/materias/080213194516Bol_Acu_Mossroro_RN.mp3

 

Território: Sertão do Apodi:

http://www.agenciaradioweb.com.br/conteudo/materias/080218121427Bol_Sertao_do_Apodi_RN.mp3



Escrito por COOPAPI às 08h01
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Territórios da Cidadania é ampliado e passa a atender 1.808 municípios em todo Brasil

 

O Territórios da Cidadania, estratégia de desenvolvimento regional e garantia de direitos sociais desenvolvida pelo Governo Federal em parceria com estados, municípios e a sociedade civil, vai atender 120 territórios a partir de janeiro de 2009. Com a inclusão de 60 novos territórios (veja relação no site do MDA), aprovada esta semana pelo Comitê Gestor Nacional, as ações integradas de 19 ministérios serão ampliadas para 1.808 municípios de todas as regiões do País, onde vivem 41,4 milhões de pessoas, das quais, 12,7 milhões em áreas rurais.

Atualmente, as ações integradas do Governo Federal são desenvolvidas em 60 Territórios da Cidadania, onde, até o final de 2008, serão investidos R$ 12,6 bilhões em programas direcionados ao acesso aos direitos sociais, à infra-estrutura e ao apoio às atividades produtivas.

A inclusão dos 60 novos territórios foi definida com base nos mesmos critérios adotados na seleção das primeiras regiões atendidas: menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), reduzido dinamismo econômico e número de assentamentos da reforma agrária, de agricultores familiares, de famílias de pescadores, de quilombolas, de terras indígenas e beneficiários do Bolsa Família. Desta vez, também foi considerado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Com a ampliação aprovada pelo Comitê Gestor Nacional, o Territórios da Cidadania passa a beneficiar, a partir de janeiro de 2009, 1,8 milhão de agricultores familiares, 505, mil famílias assentadas, 208,3 mil famílias de pescadores, 768 comunidades quilombolas e 313 terras indígenas.

NÚMEROS DOS 120 TERRITÓRIOS DA CIDADANIA
Municípios beneficiados: 1.808 (32,49% dos municípios brasileiros)
População desses municípios: 41,4 milhões (22,62%)
População rural: 12,7 milhões (44,91%)
Agricultura familiar: 1,8 milhão de agricultores (44,87%)
Assentados da Reforma Agrária: 505,6 mil famílias (64,39%)
Pescadores: 208,326 mil (53,32%)
Comunidades Quilombolas: 768 (64,97%)
Terras Indígenas: 313 (51,14%)




Escrito por COOPAPI às 20h09
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